Tag Archives: papo nutrição

Farinha de banana verde

30 set

Hoje vamos falar de um produto novo, a Farinha de Banana Verde.

Fotor0930121926

Ganhando espaço nas prateleiras de lojas de produtos naturais, a farinha de banana verde é mais um aliado da alimentação saudável. Essa farinha é rica em amido resistente, um nutriente que não é digerido no estômago, e sim no intestino delgado – e é nesse processo que reside boa parte dos benefícios desse produto. Na banana verde encontramos de 55 a 93% de amido resistente entre o total de amidos da fruta,  já o processo de amadurecimento faz com que ele seja convertido em açúcares, perdendo sua eficácia.

Conheça os benefícios da farinha de banana verde para a saúde e a dieta:

  • CONTROLA E PREVINE A DIABETES:

A farinha de banana verde é uma aliada para pessoas com diabetes por ser um alimento de baixo índice glicêmico. “Isso significa que a quantidade de glicose que esse alimento libera no sangue ao ser digerido ocorre de forma lenta e gradual, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados”, explica. Por conta disso, o organismo preciso liberar uma quantidade menor de insulina para que a glicose seja corretamente absorvida pelas células, contribuindo para a prevenção do diabetes e ajudando no controle de quem já possui.

  • MELHORA O TRANSITO INTESTINAL

Pelo fato de ser digerida apenas no intestino delgado, o amido resistente da farinha é suscetível à fermentação pelas bactérias do colón. “Esta fermentação resulta na formação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que possuem um papel muito importante na nutrição das células intestinais”, afirma o nutricionista Israel. Dessa forma, a farinha de banana verde estimula o desenvolvimento da flora intestinal, melhorando o seu funcionamento, ajudando na digestão e prevenindo problemas como

  • DÁ SACIEDADE

“Por atuar como uma fibra, o amido resistente atrasa o tempo de absorção dos nutrientes pelas células intestinais, o que prisão de ventre.   traz uma maior sensação de saciedade“, explica o nutricionista Ricardo Zanuto, de São Paulo. Para quem está de dieta, a farinha de banana pode ser uma aliada, já que essa saciedade adia a fome e evita os lanches fora de hora.  

Fotor09301220131

 

  • REDUZ OS NÍVEIS DE COLESTEROL

Para entender o mecanismo de ação da farinha de banana verde na redução do colesterol, primeiro é preciso saber que muito do colesterol presente em nosso corpo é produzido pelo próprio fígado, para ajudar na digestão de gorduras. “Depois de ser usado na digestão dos alimentos, ele volta para o fígado, onde deve ser reabsorvido para produzir uma nova bile”, explica o nutricionista Israel. Se a flora intestinal não estiver funcionando como deveria, o colesterol não é absorvido e vai para a corrente sanguínea, elevando os níveis da substância no sangue. “A farinha de banana verde reduz a produção de colesterol pelo fígado e ainda auxilia na sua eliminação, impedindo que ele se acumule no sangue, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.”

  • REDUZ OS NÍVEIS DE COLESTEROL

Para entender o mecanismo de ação da farinha de banana verde na redução do colesterol, primeiro é preciso saber que muito do colesterol presente em nosso corpo é produzido pelo próprio fígado, para ajudar na digestão de gorduras. “Depois de ser usado na digestão dos alimentos, ele volta para o fígado, onde deve ser reabsorvido para produzir uma nova bile”, explica o nutricionista Israel. Se a flora intestinal não estiver funcionando como deveria, o colesterol não é absorvido e vai para a corrente sanguínea, elevando os níveis da substância no sangue. “A farinha de banana verde reduz a produção de colesterol pelo fígado e ainda auxilia na sua eliminação, impedindo que ele se acumule no sangue, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.”

  • RECEITA DE FARINHA DE BANANA VERDE

3b

Para fazer a farinha, basta cortar a banana verde em rodelas finas e levar ao forno por volta de 30 minutos. Depois de secas, bata as rodelas no liquidificador. A quantidade de consumo recomendada é cerca de duas colheres por dia e você pode acrescentá-la a frutas, sucos ou iogurtes.

Então é isso meninas MAIS QUE APROVADO a farinha de banana verde!!!

Beijos

Kênia Oliveira

Anúncios

Nutrição na terceira idade

29 jul

Olá meninas! hoje o post é muito especial, pois vamos falar um pouco dos idosos, pessoas especiais em nossas vidas que tanto tem a nos ensinar. Vamos ver o que pode ser feito para melhorar a saúde e qualidade de vida dessas pessoas que já estão na ultima etapa do ciclo da vida.

nutri

Ela chega lá pelos 65 anos de idade. A maioria chama de “terceira idade”, mas o nome mais bonito que já deram para essa fase é “melhor idade”. O envelhecimento é caracterizado por uma série de modificações fisiológicas e psicológicas que estão relacionadas, por sua vez, com alterações no estado nutricional. A qualidade de vida dos idosos está relacionada à possibilidade de se cumprir funções diárias básicas adequadamente, se sentir bem e viver de forma independente.

O planejamento das necessidades nutricionais do idoso é um desafio e uma arte de despertar o apetite, e deve basear-se no peso, no tipo e intensidade da atividade física e nas patologias associadas. A boa alimentação é uma preocupação constante também para a terceira idade, pois uma série de fatores, que enumeramos a seguir, podem causar deficiências importantes para o organismo:

  • Problemas odontológicos: falta dos dentes, próteses antigas e mal ajustadas e doenças da cavidade oral e das gengivas.
  • Problemas de deglutição: com dificuldade para engolir alimentos mais sólidos, devido a patologias da garganta e do esôfago.
  • Perda ou diminuição do paladar e do olfato (cheiro).
  •  Problemas psico-geriátricos: principalmente depressão, tristeza, desânimo, apatia e solidão.
  • Uso de muitas medicações que podem trazer muitos efeitos colaterais e perda de apetite, bem como problemas gástricos, como azia e a gastrite.
  • Não ter quem prepare as refeições, levando o idoso a preferir alimentos de mais fácil preparo e consumo, na maioria ricos em calorias e açúcar, pobres em vitaminas e proteínas.

nutri.jpg2

O QUE DEVE SER OBSERVADO NA ALIMENTAÇÃO DO IDOSO?

Em qualquer faixa etária, é importante a atenção à variedade na hora das refeições. O prato típico nacional, composto de arroz, feijão, carne, salada e vegetais, é um bom começo. Na terceira idade, a receita não é diferente. Os idosos devem ter cuidado para não restringir a alimentação a carboidratos, como pães e massas; e às formas líquida ou pastosa, como as sopas. Embora mais fáceis de ingerir e preparar, devem estar sempre acompanhadas de frutas, verduras, salada e proteína. As proteínas são encontradas especialmente nas carnes. Se houver dificuldade de mastigação, o leite, ainda que o de soja em caso de intolerância à lactose; bem como peixes ou ovo, são ótimas fontes. No caso dos legumes, para facilitar devem estar bem cozidos e macios. Quanto às frutas e vegetais, podem ser ingeridos sob a forma de sucos

QUAIS SINAIS DE ALERTA DEVEMOS OBSERVAR?

Familiares e cuidadores devem estar sempre atentos aos hábitos alimentares dos idosos, verificando quantidades e variedades ingeridas a cada refeição, bem como sua freqüência. Em caso de visível perda ou ganho de peso repentinos, é necessária avaliação médica para investigação das causas. Muito mais que um sinal de alimentação inadequada, tais sintomas podem advir de doenças graves. A depressão é outro problema freqüentemente refletido na alimentação. A perda do cônjuge ou de pessoa próxima é um dos principais fatores desencadeantes. Tendência ao isolamento e perda de apetite são alguns dos sintomas.

RECOMENDAÇÕES NUTRICIONAIS PARA O IDOSO

  •  A alimentação deve ser adequada e completa para atender às necessidades nutricionais;
  • Fazer de 5-6 refeições/dia de pequenos volumes, porém mais concentrada em calorias e nutrientes e bem diversificadas, para assegurar todo o aporte de vitaminas e sais minerais;
  • Cuidar da apresentação dos pratos e estimular a experimentação de novos sabores e sensações;
  • É primordial manter uma boa higiene bucal, cuidar da hidratação e da umidade da mucosa bucal e da língua;
  • Manter uma rotina e uma regularidade nos horários das refeições para minimizar as possíveis distrações (não ligar a televisão durante as refeições);
  • Utilizar utensílios adequados, como pratos que se fixem na mesa (com ventosas) e talheres de plásticos para evitar a autolesão;
  • Durante as refeições, o paciente deverá estar sentado com a inclinação correta da cabeça para favorecer a deglutição;
  • Adaptar a consistência para melhor mastigação e deglutição e evitar grumos, espinhas e cascas duras para o paciente não engasgar;
  • Beber água suficiente, principalmente para evitar os engasgos. Evitar administrá-la no período da noite e, em caso de disfagia a líquidos, usar espessantes;
  • Se houver alterações na deglutição, deve-se modificar a consistência dos alimentos sólidos e líquidos, utilizando alimentos com textura modificada e/ou espessantes (não mesclar texturas diferentes);
  •  Usar temperos naturais como alho, cebola, cebolinha, cheiro verde, salsa, orégano e outros, evitando, assim, o abuso do sal;
  • Como medida de prevenção da constipação, assegurar quantidade suficiente de água, exercícios físicos regulares e alimentos ricos em fibras ou suplementos;
  • Diante de uma perda de peso, utilizar suplementos nutricionais orais e se o aporte de nutrientes for insuficiente, será necessário utilizar purês enriquecidos;
  • Os alimentos devem estar sempre em temperatura adequada, visto que, em fases mais avançadas, o paciente não consegue distinguir o quente do frio, estando mais exposto a lesões.

DICAS NATURAIS PARA AJUDAR A MANTER A SAÚDE E A VITALIDADE NA TERCEIRA IDADE:

  • Castanha do Pará e Cereais Integrais (arroz integral, aveia, trigo etc) SÃO BEM-VINDOS. Eles contêm zinco, importante para aumentar a sensibilidade do paladar e estimular o apetite;
  • EVITE ALIMENTOS REFINADOS (feitos com farinha branca como pão francês, bolachas refinadas, arroz branco, etc) para melhorar a digestão e prevenir a flatulência;
  • QUANTO MAIS LONGE DO AÇÚCAR, MELHOR. Tanto ele quanto os produtos refinados aumentam o risco de diabetes;
  • VARIAR É SAUDÁVEL. Abuse das frutas, verduras e legumes de cores e tipos diferentes. Junto com essa variedade, vêm um monte de nutrientes diferentes, importantes para evitar deficiências nutricionais, comuns entre idosos. Grão integrais também ajudam bastante;
  • PORÇÕES MENORES, MAIS VEZES POR DIA. Diminua a quantidade das refeições mas coma mais vezes ao dia. Isso ajuda a dar a sensação de fome e aumenta o apetite;
  • COMIDINHA LEVE E NUTRITIVA NO JANTAR. Faça uma refeição mais leve à noite (com vegetais e grãos integrais, como uma sopa ou um risoto de quinua, por exemplo). Isso ajudará a facilitar a digestão;
  • MENOS SAL, MAIS ERVAS NATURAIS. Reduza o sal de cozinha e os produtos artificiais que contém sódio (como molhos e caldos artificiais, adoçantes à base de ciclamato de sódio ou de sacarina sódica etc). Para temperar, prefira as ervas naturais;
  • UMA ATENÇÃO ESPECIAL À SAÚDE DOS OSSOS. Para isso, invista nas fontes naturais de cálcio (gergelim, brócolis, folhas verde-escuras, linhaça) e de magnésio (grãos de bico, banana, gergelim, castanha do pará). Não deixe de tomar sol, todos os dias também (pelo menos 15 minutos por dia, até 10h da manhã ou após 16h); ele ajuda o corpo a produzir vitamina D, que facilita o aproveitamento do cálcio dos alimentos;
  • EVITE OS “LADRÕES DE CÁLCIO”, como as bebidas alcoólicas e café, chá preto e refrigerantes;
  • CUIDE DO CORAÇÃO. Pra isso, as gorduras “do bem” presentes na linhaça, no azeite extra virgem, nas castanhas e amêndoas são imbatíveis. Eles ajudam a prevenir a aterosclerose e outras doenças cardiovasculares. As fibras do farelo de aveia, também ajudam muito, principalmente na hora de manter os bons níveis de colesterol;
  • A FAVOR DO INTESTINO, prefira as fibras dos cereais integrais, fibra de trigo, farelo de aveia, dos brotos de feijão e alfafa, do bagaço de laranja… eles previnem a “prisão de ventre” e o câncer de intestino;
  • MUITA, MUITA ÁGUA! Ela ajuda a desintoxicar, hidrata, facilita o trabalho do intestino e dos rins, entre muitas outras vantagens;
  • MASTIGUE CO CALMA, várias vezes. Isso facilita a digestão;
  • MEXA-SE. Atividade física faz bem pro corpo e pra mente. Faça com orientação profissional;
  • PROCURE MANTER O BOM-HUMOR E OS MOMENTOS DE ALEGRIA E LAZER. Isso dá um bem-estar enorme, e a saúde vem de brinde!

Então é isso meninas, vamos cuidar dos nossos velhinhos!!

Beijos

Kênia Oliveira

Aleitamento Materno e nutrição

15 jul

Olá meninas, como na semana passada falamos sobre gestação… essa semana iremos falar sobre a importância do aleitamento materno com nutrição.

BB1

Amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir consideravelmente a mortalidade neonatal aquela que acontece até o 28º dia de vida nos países em desenvolvimento. No Brasil, do total de mortes de crianças com menos de 1 ano, 65,6% ocorrem no período neonatal e 49,4% na primeira semana de vida. O aleitamento materno na primeira hora de vida é importante tanto para o bebê quanto para a mãe, pois, auxilia nas contrações uterinas, diminuindo o risco de hemorragia. E, além das questões de saúde, a amamentação fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho. Bebês que são amamentados ficam menos doentes e são mais bem nutridos do que aqueles que ingerem qualquer outro tipo de alimento.

BB2

QUAL IMPORTANCIA?

O Leite materno é a alimentação ideal para o bebê porque do ponto de vista nutricional traz a quantidade de vitaminas, sais minerais, proteínas, gorduras, calorias… mais exata para o desenvolvimento inicial e futuro do organismo humano, já sendo comprovado que previne obesidade, diabete e hipertensão arterial na vida adulta. Possui benefícios imunológicos, pois contêm anticorpos que protegem as crianças contra várias infecções, além de outras proteínas, células e enzimas protetoras, que previnem doenças como infecção de ouvido (otite), infecções respiratórias em geral, infecções urinárias e diarréia e diminuem também o risco das doenças alérgicas. No caso de famílias com histórico de atopias (alergias), enfatiza-se a importância de os lactentes não desmamaremantes dos 6 meses de idade, sendo protetor também a manutenção do aleitamento materno até (pelo menos) 1 ano de idade, adiando-se a introdução do leite de vaca.

ATÉ QUANDO AMAMENTAR?

Recomenda-se o ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO até os 6 meses de idade. Os bebês até os seis meses não precisam de chás, sucos, outros leites, nem mesmo de água. Após essa idade, deverá ser dada alimentação complementar apropriada, mas a amamentação deve continuar até o segundo ano de vida da criança ou mais. Além de ser A MELHOR E MAIS COMPLETA alimentação para um bebê, até os 6 meses de idade, possuindo tudo que ele precisa para crescer forte, saudável e bonito, a amamentação possui benefícios para a mãe também, como o fortalecimento do vínculo entre ela e o seu filho, a ajuda para perder peso após o parto, a melhora da estética da mama e até a prevenção do câncer de mama e de ovário, entre outros.

COMO AMAMENTAR?

BB3

Para uma boa e eficiente amamentação deve haver uma boa “pega” do seio materno e para isso, uma posição confortável e relaxada da mãe. O bebê deve estar com roupas adequadas, de preferência com braços e pernas livres, com corpo voltado p/ mãe e cabeça alinhada com o corpo. As mamas devem estar expostas e a mãe deve segurar a mama em forma de “C” (dedo polegar na parte superior e os outros 4 dedos na inferior), com cuidado para deixar a aréola livre e para não fazer forma de tesoura. A mãe deve estimular o bebê a pegar o seio, tocando o mamilo nos cantos do seu lábio inferior, ele por reflexo abre a boca e abaixa a língua, ao pegar a aréola ele acaba sugando reflexamente.

Para verificar a boa “pega”, observar se:

  • A aréola foi em grande parte ou, quase toda, abocanhada (Não deixar o bebê pegar só o mamilo, pois machuca    o seio materno e não sai leite! O leite está “guardado” na aréola !)
  • O queixo está tocando o seio;
  • A boca está bem aberta;
  • O lábio inferior está voltado para fora;
  • A aréola está mais visível acima da boca do que a baixo.

DÚVIDAS FREQUENTES

  • Não existe leite materno ” fraco”?

     A composição do leite muda de acordo com a fase da amamentação e, por isso, o leite materno tem aparências diferentes ao longo do tempo. Nos primeiros dias é chamado de colostro, sai em pequena quantidade e quase transparente. Nesses primeiros dias é normal o RN perder um pouco de peso, ele perde principalmente edema (“inchaço”), mesmo que não tenha nascido com aparência de inchado. Depois do colostro o leite, a cada mamada, sai inicialmente mais branco e “aguado” (sendo nesse momento, mais rico em anticorpos e proteínas, sendo chamado de 1o. leite) e no final, mais amarelado e espesso (sendo chamado de leite posterior, ou 2o. leite, mais rico em gorduras), mas ambos são igualmente importantes e complementares, para uma boa e completa mamada! Dessa maneira, comece em uma mama e quando sentir que ela esvaziou, passe para a outra, uma mamada completa exige que o bebê mame em ambas mamas, para isso, não  deixe o bebê dormir, mexa com ele, converse…, depois, na próxima mamada comece pela mama em que o bebê terminou na mamada anterior, que estará mais cheia.

  • De acordo com os alimentos que a mãe come, o leite materno pode dar cólicas no RN?

 A qualidade da alimentação materna deve visar a sua saúde e o seu bem estar, sendo, o leite materno, conseqüência. É claro que os exageros devem ser evitados, bem como as bebidas alcoólicas e o tabagismo. Em geral, não se recomenda que a mãe evite determinados alimentos, mas se a mãe nota que sempre que come determinado alimento o bebê fica mais incomodado, seria interessante evitá-lo ou substituí-lo, se possível…

  • Posso dar chá para o meu bebê? Os chás passam as cólicas?!

A resposta é NÃO!!! O chá (seja qual for) é água adocicada, com sabor! Com quase zero calorias, sem proteínas, sem lipídeos, sem anticorpos,… e que ocupam espaço no estômago da criança, que mamará menos por isso! Dessa maneira, não se deve dar chás para os bebês que estão em aleitamento materno, nem para os que estão com outros leites. Além disso, não é verdade que passam as cólicas !!! Podem é causar mais, uma vez que o organismo do bebê não está preparado para receber esta água com açúcar e erva.

Então é isso meninas, espero que de alguma forma essas dicas e orientações possam ter contribuído de alguma forma para esse momento tão importante na vida de nós mulheres. Beijinhos!!!!

Kênia Oliveira.

Gestação e Nutrição

8 jul

Olá meninas, hoje vamos falar da importância da alimentação na gestação ou quem pretende engravidar. Que cuidados devemos tomar?! Vejam a seguir.

nui1

Em qualquer fase da vida, cuidar da alimentação é essencial para a saúde. Na gestação, a atenção é dobrada, já que os hábitos da mãe influenciam o desenvolvimento do bebê. Uma dieta equilibrada é necessária para o bom crescimento do feto.

nui2

O QUE DEVO COMER?

Veja, abaixo, alguns dos nutrientes fundamentais para você e seu bebê durante a gestação:

Proteínas: é fundamental para a produção das células e dos tecidos novos da mãe e do bebê. Nossa dieta muitas vezes, já contém quantidades excessivas de proteínas. Sendo assim, você já pode estar consumindo esta quantidade proteica adicional. Neste caso, não há necessidade de aumentar a ingestão, pois o excesso pode ser prejudicial.  Alimentos ricos em proteínas: carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilhas, grão-de-bico, nozes.

Carboidratos: São muito importantes, pois fornecem as calorias adicionais que a gestante necessita. Se você não consumir as quantidades adequadas de carboidratos, começará a utilizar as proteínas como fonte de energia, e isso não é bom, pois devem ser poupadas para outras funções. Alimentos ricos em carboidratos: pães, cereais, arroz, massas, batata, frutas. Os alimentos ricos em açúcares, como doces e refrigerantes, também contêm carboidrato, mas são muito calóricos e pobres em vitaminas e minerais.

Ácido fólico: é fundamental para a formação do sistema nervoso do feto, na formação do sangue e das células. É possível obter as quantidades necessárias a partir de uma alimentação bem equilibrada. Entretanto, vários estudos reportam ingestão insuficiente em muitas mulheres. Para garantir que a quantidade certa esteja sendo ingerida, e, assim, prevenir malformações, os obstetras recomendam a suplementação. Alimentos ricos em ácido fólico: folhas verdes como espinafre e brócolis, fígado, laranja, batata-doce e abóbora, alimentos integrais e legumes.

Vitamina B12: Também atua na produção sanguínea e na produção de células novas. A deficiência de vitamina B12 é rara, uma vez que ela está presente em todos os alimentos de origem animal. As mulheres que consomem estes alimentos conseguirão facilmente receber as quantidades necessárias. Já as gestantes que consomem dieta vegetariana devem receber suplementação. Alimentos ricos em vitamina B12: carnes, peixes, aves, leite e derivados, ovos.

Cálcio: Este mineral está envolvido na formação de ossos e dentes do bebê. Muitas mulheres, mesmo antes de engravidar, não conseguem ingerir as quantidades suficientes. Por isso, durante a gestação, têm mais chances de apresentar deficiências: numa dieta insuficiente, o feto utilizará as reservas maternas. Alimentos ricos em cálcio: leite e derivados, vegetais como couve, agrião, mostarda e brócolis, sardinha em lata, alguns tipos de feijão, produtos à base de soja como tofu e alimentos fortificados.

Ferro: Faz parte da hemoglobina, substância dos glóbulos vermelhos responsável por transportar oxigênio para todo o corpo. Na gravidez, mais ferro é necessário para a maior produção de hemoglobina. Além disso, a gestante também perderá sangue na hora do parto. Para evitar a deficiência de ferro, anemia e complicações na hora do parto, é importante comer, todos os dias, alimentos ricos em ferro. Muitas mulheres já iniciam a gestação com baixas reservas de ferro. Portanto, além dos alimentos, recomenda-se suplementação durante o segundo e o terceiro trimestre. Alimentos ricos em ferro: carnes, aves, peixes e fígado têm um tipo de ferro que é muito bem absorvido. Já as leguminosas, como feijão, lentilha e grão-de-bico, e as folhas verde-escuras, como espinafre e couve, contêm outro tipo, mais difícil de ser absorvido. Para ajudar a absorção deste ferro, consuma junto alimentos ricos em vitamina C, como frutas e sucos de laranja, limão, goiaba, acerola, caju, maracujá.

nui3

COMENDO POR DOIS? ISSO É VERDADE?

Isso é mito. O ganho de peso correto protege a mãe e traz um crescimento adequado ao bebê. O importante é qualidade dos alimentos para nutrir o bebê corretamente.

As bebidas alcoólicas são totalmente proibidas?
O álcool atinge a corrente sangüínea do bebê tão rápido quanto entra no sangue da mamãe, sendo que o bebê demora duas vezes mais tempo para eliminá-lo do organismo. O consumo diário de dois drinques já é suficiente para trazer graves consequências: aborto espontâneo, nascimento prematuro, baixo peso e complicações no parto. Por tudo isso, os especialistas sugerem que as gestantes fiquem longe das bebidas alcoólicas, já que não existe uma dose segura de bebida nesta fase.

Posso comer alimentos crus?
Na gravidez, a imunidade natural está reduzida, o que torna o organismo predisposto a infecções alimentares que podem ser transmitidas ao bebê. Por isso, retire do cardápio o peixe cru de sushis, carpaccio, quibe cru, ostras, ou mesmo o churrasco mal passado

O QUE FAZER PARA DIMINUIR OS SINTOMAS DE NAUSEAS E VOMITOS?

  •  Consumir Refeições e lanches menores e mais frequentes (além das refeições principais, a fome ou o estômago vazio pode provocar náuseaa).
  • Evitar líquidos 1 a 2h antes e depois de comer.
  • Ingerir quatidades de líquidos ao longo de todo o dia.
  • Evitar odores que provoque aversões e náuseas.
  • Consumir quantidades maiores de proteína (em vez de carboidratos e gorduras); contudo, a ingestão mais volumosa de carboidratos pode ser eficaz em algumas gestantes.
  •  Comer bolachas antes de levantar da cama, se as náuseas ocorrem nas primeiras horas da manha.
  • Experimentar alimentos salgados ou ácidos, porque isto é eficaz em alguma gestantes com náuseas.
  • Evitar alimentos muito condimentados, caso eles agravem as náuseas.

ORIENTAÇÕES NA GRAVIDEZ:

  • Aumente o consumo de fibras (alimentos integrais, frutas e verduras sempre que possíveis cruas e com casca e bagaço).
  • Evite consumir alimentos fritos e/ou ricos em gordura!
  •  De acordo com recomendação, consuma alimentos como abacate (evitar excesso), castanha-do-pará, óleo de canola, linhaça.
  •  Faça as 6 refeições diárias. Não pule nenhuma.
  • Desenvolva o hábito de ler o rótulo dos alimentos e não compre aqueles que contêm açúcar em seus ingredientes e grande quantidade de sódio.
  • Prefira a fruta ao natural aos sucos – assim você também diminui o consumo de açúcar e adoçantes.
  • Procure atingir e manter-se com seu peso ideal.
  • Evite líquido durante as refeições. Tomar 1 hora antes ou 2 horas após.
  • Não consumir bebidas alcoólicas e não fumar.
  • Praticar atividade física de acordo com orientação de seu médico.
  •  Usar ervas aromáticas e temperos frescos, para acentuar o sabor da preparação, favorecendo a diminuição do sal; – Orégano, alecrim e manjericão batidos no liquidificador = sal de ervas, utilize para temperar a comida.
  • Temperar as saladas com azeite de oliva, vinagre e limão;
  • Evitar colocar o saleiro na mesa;
  •  As bebidas com cafeína devem ser consumidas com moderação;
  •  Beber no mínimo 1 litro de água por dia;
  • Dar preferência aos alimentos integrais e a base de soja;
  • SUGESTÃO:farinha de linhaça (1 colher de sobremesa nos sucos e frutas 2 x ao dia.
  • Receita de coquetel laxante: laranja, mamão, ameixa e linhaça.

Então é isso… espero que tenha contribuído com essas pequenas dicas para aquelas que desejam engravidar como as que já estão gravidas.

Beijinhos.

Kênia Oliveira

Diabetes Mellitus

17 jun

Olá meninas, hoje o papo é sobre diabetes, um problema bem comum que vem afetando além dos adultos os jovens de hoje, podendo ser iniciada com uma resistência a insulina e progredir para diabetes. Vou mostrar a seguir como isso ocorre e o que podemos fazer para prevenir e auxiliar aqueles que já tem a diabetes.

DIA

Diabetes mellitus (DM) é uma condição na qual o pâncreas deixa de produzir insulina ou as células param de responder à insulina que é produzida, fazendo com que a glicose sanguínea não seja absorvida pelas células do organismo e causando o aumento dos seus níveis na corrente sanguínea. Existem dois tipos principais da doença. O diabetes tipo 1 (DM1) e o tipo 2 (DM2).

O DM2 é considerado uma das grandes epidemias do século XXI e afeta quase 90% das pessoas que têm diabetes, sendo o tipo mais comum. Ocorre quando o nível de glicose (açúcar) no sangue fica muito alto. A glicose é o combustível que as células do corpo usam para obter energia. O diabetes  tipo 2 ocorre quando não há produção suficiente de insulina pelo pâncreas  ou porque o corpo se torna menos sensível à ação da insulina  que é produzida – a chamada resistência à insulina. A insulina  ajuda o corpo a levar a glicose para dentro das células.

Alimentar-se de forma saudável tendo diabetes significa optar por uma variedade de alimentos em porções adequadas.

Farinha branca, arroz e batata são alimentos de alto nível glicêmico. Eles contêm o tipo de carboidrato que é digerido rapidamente, levando uma grande quantidade de açúcar para o corpo. “Os carboidratos são rapidamente absorvidos e assim criam picos de glicose indesejáveis. Quanto maior o tempo que o alimento precisa para ser digerido e absorvido, menor a elevação aguda da glicose. Por isso, recomenda-se que se usem alimentos integrais, que, pelo conteúdo maior de fibras, são absorvidos mais “lentamente”. Porém, é possível comer carboidrato sem se preocupar com o índice glicêmico.

O que se sente?

DIA2

Os sintomas do aumento da glicemia são: sede excessiva, aumento do volume urinário e do número de micções, hábito de urinar durante a  noite, fadiga, fraqueza, tonturas, visão borrada, aumento de apetite e  perda de peso. Estes sintomas clássicos do diabetes muitas vezes passam despercebidos ou não são valorizados pelos portadores desta condição.

PREFERIR:

  • Fracionar a dieta em 6 refeições diárias ou intervalo de 3-3horas;
  • Alimentos ricos em fibras (pão, arroz, biscoitos integrais, inhame);
  • 3 porções de fruta/dia;
  • Frutas frescas, no lugar de frutas em conserva;
  • Leite/iogurte/coalhada desnatados, queijo minas, ricota
  • 2 colheres (sopa) de farelo de aveia;
  • Azeite de oliva extra virgem;
  • Comece a refeição pelas saladas cruas,
  • Até 1 ovo por dia;
  • Preferir peixes mais magros, peito de frango e carne bovina magra

EVITAR:

  • Jejum prolongado;
  • Excesso de alimentação;
  • Gorduras saturadas;
  • Açúcares (sacarose, mel, melado, rapadura, sorvetes, gelatinas, geléias);
  • Adoçantes a base de frutose, sorbitol e manitol;
  • Cereais refinados (arroz, pão, biscoito, bolo e preparações feitas com farinha de trigo refinada);
  • Mistura de arroz, pão, macarrão e batata na mesma refeição;
  • Pão doce, biscoito recheado, chocolate, frituras, bebidas alcoólicas, alimentos em conserva; 

IMPORTANTE:

  • Ler os rótulos dos produtos diet, em caso de dúvida perguntar ao nutricionista;
  • Faça exercício regularmente.

DIA3

Orientações Importantes

  • Limitar o consumo de bebida alcoólica ao máximo de duas doses ao dia para homens e uma dose ao dia para mulheres, pois o consumo excessivo de mais de três doses diárias contribui para a hiperglicemia;
  • Os adoçantes considerados seguros quando consumidos em níveis aceitáveis são: Sacarina, Aspartame, Assesufame-K, Sucralose e Neotame;
  • Alcançar e manter o peso corporal adequado;
  • A maior ingestão de gorduras sobre a obesidade no diabetes tipo 2 é uma grande preocupação;
  • Preferir frutas frescas no lugar de suco de frutas e conservas, porque possui maior quantidade de fibras que tem impacto importante no tempo de digestão;
  • A ingestão de dietas com alto teor de gordura causa resistência a insulina;
  • Dietas com alto teor de fibras diminuem as necessidades de insulina no diabetes;
  • A ingestão de frutas duas a quatro porções por dia deve fornecer equilíbrio e variedade para a dieta;
  • A introdução de adoçantes representam uma boa forma de diminuir a quantidade excessiva de açúcares refinados na dieta;
  • É recomendável que se utilize uma variedade de adoçantes para evitar o consumo em excesso de um só tipo;
  • Incluir lanches planejados na manutenção do controle dietético;
  • Ter horários regulares para refeições e lanches;
  • Ler os rótulos dos alimentos;
  • È importante o espaçamento das refeições ao longo do dia sendo desaconselhado pular as mesmas;
  • Alimentos diet (refrigerantes, doces, bolos, sucos, chocolates, balas) até 3x/semana;
  • Fazer as 6 refeições diárias em horários regulares, evitando ficar longos períodos (+ de 3h) sem se alimentar; Incluir no máximo uma porção de fruta em cada refeição;
  • Na arrumação dos pratos comece pelas verduras cruas. Elas aumentarão a sensação de saciedade. Sirva-se somente uma vez de cada preparação, de acordo com as quantidades indicadas à você. Evite repetir.
  • Ter cuidado nos horários das refeições, quando for insulino dependente;
  • Preparar os alimentos ao forno e em panelas anti aderentes;
  • Preferir hambúrguer, kibe, bolinhos de carne, almôndegas com carne de soja e fazer ao forno no lugar de fritar.
  • As saladas podem ser temperadas com vinagrete ou vinagre com limão ou azeite de oliva
  • Evitar juntar duas massas em uma só refeição;
  • Praticar exercício físico com orientação médica e nutricional;
  • Caso esteja acima do peso, procure perder o excesso e manter o adequado;
  • Não fumar;
  • Limitar-se a 1 dose de álcool por dia: 44mL de bebida destilada; 120mL de vinho; 350mL de cerveja;
  • Ter atenção quando for comprar os produtos diet ler os rótulos para conhecer os ingredientes;

Usar ervas aromáticas e temperos frescos. Não alteram o valor calórico , acentua o sabor, permitindo usar menor quantidade de sal.

Bom meninas, essa foi nossas dicas para a diabetes, espero que tenham gostado.

Beijinhos

Kênia Oliveira

Hipertensão versus Nutrição

10 jun

Bom dia, meninas. Como já havia falado, hoje vamos bater um papo sobre mais uma dessas doenças bem comuns na população de hoje em dia: a hipertensão arterial.

hip1

A hipertensão pode-se caracterizar como uma pressão muito forte exercida pelo sangue em movimento na parede das artérias. A hipertensão não tem cura, porém, pode ser controlada principalmente pela dieta e outras medidas que possam contribuir para abaixar a pressão.

A hipertensão não tratada leva ao desenvolvimento de muitas doenças crônico-degenerativas, como a insuficiência cardíaca congestiva, a falência renal e a doença vascular periférica. É frequentemente chamada de “assassina silenciosa” porque as pessoas hipertensas podem apresentar-se assintomáticas (sem nenhum sintoma) durante anos e virem a sofrer um infarto fatal. Embora não exista cura, a prevenção e o tratamento diminuem a incidência e as sequelas da doença.

Devido à correria e ao estresse do dia a dia, não temos tempo para avaliar no que está baseada nossa alimentação. Acabamos comendo o que é mais prático e não o que é mais saudável. Iremos nos dar conta de que podemos estar com algum problema quando sentirmos algum desconforto ou mal estar e daí a hipertensão já está instalada.

Sal e Sódio

hip2

Quando pensamos em hipertensão arterial não podemos esquecer de sua relação com o excesso de sal. Muitas vezes, quando o médico aconselha tirar o sal da comida, pensamos apenas no sal da preparação dos alimentos. E esquecemos que o sódio não deixa de ser um “tipo de sal” e nem sempre tem o gosto salgado. É só pensarmos no catchup, na mostarda e no refrigerante. Quando vamos ao supermercado estamos rodeados de produtos riquíssimos em sódio. O tempero pronto industrializado, que dá aquele sabor diferenciado ao alimento, é um ótimo exemplo disso. Além de conter muito sódio, é riquíssimo em gorduras ruins que são prejudiciais ao coração. Não podemos esquecer de todos aqueles produtos prontos e congelados, pois é, são todos ricos em sódio.

Substituições

Usar e abusar das ervas aromáticas e temperos frescos (alho, cebola, salsinha, cebolinha, limão, alecrim, manjericão…), pois além de não alterar o valor calórico acentuam o sabor e permite usar menos sal nas preparações. Aqui abaixo estão alguns exemplos de substituição do sal comum:

  • Sal light

hip3

Seu teor de sódio é reduzido. Possui 50 % de sódio e 50% de cloreto de potássio. O nosso corpo retêm o cloreto de potássio menos tempo no nosso organismo o que colabora a não ter aumento da pressão.

  • Sal de ervas

hip4

Uma das técnicas é o sal de ervas. As ervas além de fornecerem um sabor às preparações, possuem atividades anti-inflamatórias e antioxidantes que podem prevenir e auxiliar no tratamento de pessoas que precisam controlar a pressão.

Receita sal de ervas:

Ingredientes:

10g de alecrim
25g de manjericão
15g de orégano
10g de salsinha
100g de sal comum

Modo de Preparo:
Bata os ingredientes no liquidificador. Guardar em pote de vidro bem fechado. Usar no lugar do sal comum.

Algumas dicas importantes para reduzir e prevenir a pressão arterial são

  • Retirar o saleiro da mesa. Esse sal de adição prejudica muito o hipertenso. Nem mesmo na salada devemos adicioná-lo.
  • Quem costuma utilizar adoçantes deve ficar atento a substância do adoçante que está consumindo. É necessário evitar sacarina sódica e o ciclamato de sódio. Se vocês repararem, estas substâncias estão presentes nas marcas mais famosas e na maioria dos alimentos diet e light dos supermercados.
  • Segundo o III Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial, a recomendação de sal diário para o hipertenso é de 6 gramas por dia, ou seja, 1 colher de chá de sal contando todas as preparações do dia.
  • Mas lembrem-se!!! Não é só controlando o sal que o tratamento nutricional estará sendo feito adequadamente. Você não pode esquecer de ter uma alimentação saudável. Comer de 3 a 5 porções de frutas por dia, vegetais crús e cozidos no almoço e jantar, preferir alimentos integrais e evitar frituras e excesso de óleo nas preparações dos alimentos. O excesso de gordura aumenta o risco de ter infarto. A pressão alta também. Por isso, não devemos abusar nas gorduras.
  • A bebida alcoólica é um outro vilão no tratamento do hipertenso. Não existe nenhuma dúvida. O consumo da bebida alcoólica está diretamente proporcional ao aumento da pressão arterial.
  • Perder peso ajuda a reduzir a pressão arterial;
  • Praticar exercícios físicos;
  • Não fumar;
  • Comer alimentos ricos em potássio, magnésio e cálcio, além de frutas, verduras e lacticínios magros (leite e derivados);
  • Substituir o sal por temperos naturais no preparo das refeições, como o alho, cebola, orégano, alecrim, salsa e cebolinha.

Então é isso meninas, com todos esses cuidados, a pressão arterial tem grande probabilidade de se manter estável e a pessoa hipertensa ter uma vida normal.

Beijinhos

Kênia Oliveira

Colesterol Alto

3 jun

Bom dia meninas, hoje vamos falar sobre o colesterol alto, um problema que vem afetando bastante a população de hoje em dia. Nas próximas duas semanas vou abordar brevemente alguns assuntos como esse, para conscientizar do risco que essas doenças podem trazer a nossa saúde.

NUTRI100

O QUE É COLESTEROL?

O colesterol é um tipo de gordura (lipídio) encontrada naturalmente em nosso organismo, fundamental para o seu funcionamento normal. Ele está presente em alimentos de origem animal (carne, leite integral, ovos etc.). Em nosso organismo, desempenha funções essenciais, como produção de hormônio, ácidos biliares e vitamina D. Quando em excesso (hipercolesterolemia), o colesterol pode se depositar nas paredes das artérias, que são os vasos que levam sangue para os órgãos e tecidos, determinando um processo conhecido com arteriosclerose. Se esse depósito ocorre nas artérias coronárias, pode ocorrer angina (dor no peito) e infarto do miocárdio. Se ocorre nas artérias cerebrais pode provocar acidente vascular cerebral (derrame). Portanto o colesterol alto é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares

NUTRI101

TIPOS:

  • LDL colesterol: conhecido como “ruim”, ele pode se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento
  • HDL colesterol: conhecido como “bom”, retira o excesso de colesterol para fora das artérias, impedindo o seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura. 

NUTRI102

FATORES DE RISCO

Alguns fatores que você pode controlar

  • Exercícios

Exercícios aeróbicos são uma forma de aumentar o HDL-C e reduzir o LDL-C, perder peso e controlar a pressão arterial.
Discuta com o seu médico qual o melhor exercício para você.

  • Dieta balanceada

É extremamente importante ter uma alimentação adequada e balanceada, evitando alimentos que podem comprometer sua saúde. Lembrando: Um individuo magro não é sinônimo de saúde, pois o mesmo pode apresentar porcentagem de gorduras elevado e algumas outras doenças, porque mesmo não comendo em excesso, não obtém uma alimentação saudável.

  • Peso

O excesso de peso tende a aumentar o seu nível de LDL (“mau”) colesterol. A perda de peso pode ajudar a diminuir o LDL-C e aumentar os níveis de HDL (“bom”) colesterol.

Fatores que você não pode controlar

  • Sexo

Homens têm maior risco de apresentar colesterol elevado que as mulheres. Mas depois da menopausa, o LDL-C da mulher aumenta e o HDL-C diminui.

  • Idade

O colesterol aumenta com a idade. Nos homens isso ocorre a partir dos 45 anos e nas mulheres a partir dos 55 anos.

  • Hereditariedade

Os genes podem influenciar o nível do LDL (“mau”) colesterol através da velocidade com que o mesmo é produzido e removido do sangue.

Prevenção/Orientação           

  • Fazer exercícios físicos: a atividade física pode ajudálo a emagrecer e a diminuir as tensões. Controlando o peso, fazendo exercício ou praticando esporte, você se sente melhor e diminui o risco de infarto
  • Não fumar: o cigarro é um fator de risco para doença coronária. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos
  • Evitar o estresse: uma vida menos estressada também diminui o risco de infarto. Procure transformar as suas atividades diárias em algo que lhe dê satisfação
  • Fazer uma dieta com baixos níveis de gordura e colesterol: seja rigoroso no controle da alimentação.
  • Prefira peixes , aves sem peles , carne magras, sem a presença de gordura visível, leite e iogurte desnatados ou semi desnatados e queijos magros como a ricota.
  • Escorra a gordura depois de dourar a carne e remova a gordura endurecida na superfície de sopas e molhos de carnes gelados antes de aquecê-los.
  • Evite o consumo de vísceras (fígado, rins, miolos, etc).
  • Não usar gorduras de origem animal (banha , creme de leite, nata, manteiga, etc.) no preparo de alimentos.
  • Evite consumir mais que 3 gemas por semana.
  • Escolha sorvetes de frutas, ao invés de sorvetes cremosos.
  • Evite preparações em que o ovo seja um ingrediente importante, (bolos, quindins, pudins, fios de ovos, etc.).

Alimentos ricos em colesterol:

  • Bacon
  • Ovas de peixes
  • Biscoitos amanteigados
  • Doces cremosos
  • Pele de aves
  • Camarão
  • Queijos amarelos
  • Carnes vermelhas “gordas”
  • Gema de ovos
  • Sorvetes cremosos
  • Creme de leite
  • Vísceras.

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol:

  • Bagaço da laranja
  • Ameixa preta
  • Couve-flor
  • Mamão
  • Mandioca
  • Azeite de oliva
  • Pão integral
  • Aveia
  • Farelo de aveia
  • Pêra
  • Cenoura
  • Farelo de trigo
  • Cereais integrais
  • Feijão
  • Quiab
  • Vegetais folhosos.

Bom meninas, então é isso, vamos cuidar da nossa SAÚDE desde cedo, aproveite e cuide da saúde da sua família também.

Beijinhos

Kênia Oliveira.